Certamente todos nós temos algo que possa identificar-se com a cruz de Jesus Cristo.
Por meio da cruz, Jesus nos demonstra o quão grande é o amor do Pai, o quanto Ele nos ama, um Deus, que se fez homem, alimentou-se como homem, sentiu as dores dos homens, teve fome, sede e chegou a deixar-se ser humilhado, flagelado, chicoteado inúmeras vezes, carregou sua cruz, resultado de sua injusta condenação e, nesta cruz, permitiu-se morrer.
Sempre me pergunto se podemos chamar esta Economia de Salvação de uma demonstração de amor, pois acho que a palavra amor aqui não traduz mesmo o quanto Deus nos quer bem.
Como eu tenho lidado com minhas fraquezas e com minhas dores, fome, amparo, afeto, fidelidade é justamente como eu demonstro o que faço de minha cruz. Certamente sofrimentos fazem parte da vida humana e, por isso, tal sofrimento não é cabível a um Deus.
Embora sempre acreditamos que nossos sofrimentos são sempre maiores que os dos outros, tais sofrimentos são minha cruz, e é por meio dela que irei demostrar a possibilidade de me considerar um cristão autêntico.
Um cristão que recusa sua cruz buscando a todo custo evitar uma vida compromissada com a justiça, paz e unidade, não pode mesmo ser um cristão. Não há amor nas atividades cotidianas de quem só busca seu crescimento financeiro, sucesso, mídia, e atingir elevados graus na sociedade.
A cruz nossa de cada dia é, justamente, o que nos faz sofrer e o que, certamente, irá nos conduzir a verdadeira felicidade, a vida eterna.
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