E se Deus não fosse como nós O imaginamos?
Há livros que se propõem a explicar Deus. Outros, mais ousados, tentam defendê-Lo. A Loucura do Amor, no entanto, segue um caminho mais raro e necessário: não explica, não defende — convida.
O leitor que se aproxima destas páginas não encontrará aqui um tratado acadêmico de teologia, nem um manual de respostas prontas para as grandes inquietações da fé. Encontrará, antes, um itinerário interior. Uma travessia. Um chamado silencioso para contemplar o mistério central do cristianismo: o amor radical de um Deus que escolheu fazer-Se humano.
Desde as primeiras linhas, o autor nos desloca de uma imagem confortável e funcional de Deus — muitas vezes moldada por nossos medos, desejos de controle e necessidades imediatas — para nos colocar diante de um Deus desconcertante.
Um Deus que não se impõe pelo poder, mas Se oferece na fragilidade; que não domina pela força, mas espera no silêncio; que não salva à distância, mas entra na história, assume a dor e carrega a cruz.
Ao longo da história, o ser humano construiu imagens de um Deus distante, poderoso e controlador — um Deus que exige, pune e se impõe. A Loucura do Amor convida o leitor a atravessar essas imagens e a contemplar um mistério muito mais desconcertante: o de um Deus que escolheu fazer-Se humano.
Neste livro, somos conduzidos a uma reflexão profunda e acessível sobre a Encarnação, a cruz, o silêncio de Deus e a lógica radical do amor cristão. Um Deus que não se impõe pelo espetáculo, mas se oferece na fragilidade; que não domina pela força, mas espera no silêncio; que não salva à distância, mas caminha conosco até as últimas consequências.
Mais do que explicar Deus, esta obra provoca um encontro. Um convite a abandonar a lógica do medo, da troca e da superioridade, para redescobrir a dignidade de filhos e a vocação ao amor, ao perdão e ao serviço.
A Loucura do Amor não pede aplauso, pede resposta.O Deus que quis ser humano ainda espera por você.
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