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Os pães multiplicados

 No evangelho do 17º Domingo do Tempo Comum, temos a reflexão acerca de Jo. 6, 1-15, este texto nos apresenta a narrativa da multiplicação dos pães. Refletiremos brevemente acerca de dois pontos: O menino que possuía cinco pães e dois peixes e, Jesus retirou-se de novo, sozinho para o monte. No primeiro momento temos a figura anônima de um menino que estava naquele momento, naquelas circunstâncias, com cinco pães e dois peixes. Ora, Jesus poderia ter feito chover o alimento para todo povo, aliás, está aí a narrativa da primeira leitura (Reis 4, 42-44) contudo, Jesus decide agir, mais uma vez, por intermédio da ação do homem. Deus deseja a todo momento servir-se de nós mesmos para que nós possamos ser colaboradores de sua obra salvífica. No segundo momento, Jesus retirou-se sozinho para o monte, por quê? Podemos imaginar a grande euforia que se fez naquele momento quando, toda multidão, estava alimentada e, ainda, via sobrar comida, e em meio a toda aquela euforia o povo quis "proc...

Vamos Refletir

Estás entre nós. Tú es minha vida, outro Deus não há; Tú és minha estrada a minha verdade; Em Tua palavra eu caminharei; Enquanto eu viver e até quando Tu quisestes; Já não sentirei temor pois estás aqui; Tu estás nomeio de nós. Creio em ti Jesus, vindo de Maria, Filho eterno e santo, homem como nós; Tu morreste por amor, vivo está em nós. Música: estás entre nós. Esta chegando o final de semana, coloco-menos na presença de Deus, pedindo a Ele, que possamos sempre nos lembrar de sua presença viva e real no meio de nós, por onde quer que vamos nós. Vamos exercitar assim, a todo momento em que veres luz, lembre-se de Jesus, apenas lembre e diga que O ama. Paz.

A prática da oração, como você se eleva?

Não devemos pensar somente em proferir orações o dia todo, abstendo-se de obra alguma, pois não são palavras adjetivadas que convencerão a Deus sobre nossas necessidades, há pessoas que praticamente "exigem" de Deus uma atitude, conforme a sua vontade, e não a de seu "Pai". Imaginemos que déssemos a nosso filho, de três anos, uma grande e afiada faca? O que? não pode? mas ele está pedindo, pedindo muito, até insistindo em argumentos. É assim conosco, somos crianças e não sabemos o que pedir. Devemos nos acostumar a buscar a presença de Deus em todas as coisas, no trato com os outros, no caminhar, no estar parado, no comer, no ouvir, no pensar, em tudo o que se faz. Pois a majestade de Deus está em todas as coisas com sua presença, ação e essência. Essa maneira de meditar, buscando a Deus em tudo, é mais fácil que se quiséssemos elevar-nos até Ele, meditando sobre assuntos espirituais abstratos (monumenta ignatiana, I3,510) Mas pensando bem, que necessidade tem D...

O fruto do orgulho.

Eis o que representa o orgulho. Não é uma fruta venenosa. É pior: é o verme venenoso na fruta boa. Não se trata mais aqui do publicano que se confessa pecador, mas do fariseu que se declara justo. A arrogância não é a perversão do que é já perverso, mas perversão do próprio bem. Os outros vícios  são temíveis  nos pecado; o orgulho porém, o é nas próprias obras boas. E que adianta despojar-se dos bens para dá-los aos pobres e fazer-se pobre, se a alma, na sua miséria, se torna mais orgulhosa em despresá-los do que em possuí-los. É preferível um rico humilde, a um pobre orgulhoso. Santo Agostinho/Clodovis Boff, OSM. A Regra de Santo Agostinho.